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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Paz em meio a tempestades

    Há algo impossível para Deus? É certo que não, porém, quantas vezes, ainda que involuntariamente, colocamos em cheque Sua autoridade, haja vista os momentos em que nos vemos em meio a tempestade, quando nos desesperamos e acabamos por questiona-lo por não dissipa-la no instante em que queremos, no entanto é exatamente nesses momentos que carecemos atentar para o maior milagre que Ele deseja realizar: a salvação da nossa alma, porquanto, sendo provados, podemos ser quebrantados e por conseguinte transformados.

       Quando Jesus estava no barco com seus discípulos, rumo a terra dos gadarenos, sobreveio-lhes uma tempestade. Enquanto o Mestre dormia, o barco enchia-se de água, e os discípulos, aterrorizados, limitaram sua esperança as suas capacidades físicas, desesperaram-se e, conforme o alerta de Jesus, abdicaram da fé, considerando que, de acordo com as sagradas escrituras: "A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem." (Hebreus 11.1), eles deviam crer no cuidado de Deus e nEle descansar.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

CASA NO CÉU



           Na reunião do dia 6 deste mês, refletimos sobre os cuidados que devemos ter para com a nossa vida, de um modo geral, a despeito da nossa eternidade junto a Deus. A partir da reflexão, intitulada “Casa no céu”, o irmão Arenhart dissertou sobre o assunto, falou-nos a respeito das nuances que, por vezes, permeiam nossa vida. De fato, enquanto vivermos nesta realidade, questões como a honestidade e a sinceridade, farão com que vivamos em constante batalha espiritual, haja vista, sobretudo, o fato de sermos templo do Espírito Santo.


                Em relação a honestidade, um exemplo que podemos mencionar é a omissão ou a alteração indevida de dados tributários, considerando que o próprio Senhor Jesus fez alusão as nossas obrigações enquanto cidadãos. No instante em que o questionaram se era justo pagar tributo a César, o imperador romano, o Mestre foi incisivo ao afirmar: “Dai a César o que é de César”, portando, resta-nos cultivarmos tal virtude em nossas relações interpessoais e no cumprimento de nossas obrigações, tendo em vista se tratar de um ideal cristão.