Na reunião do dia 6 deste mês, refletimos sobre os cuidados que devemos ter para com a nossa vida, de um modo
geral, a despeito da nossa eternidade junto a Deus. A partir da reflexão,
intitulada “Casa no céu”, o irmão Arenhart dissertou sobre o assunto, falou-nos
a respeito das nuances que, por vezes, permeiam nossa vida. De fato, enquanto
vivermos nesta realidade, questões como a honestidade e a sinceridade, farão com
que vivamos em constante batalha espiritual, haja vista, sobretudo, o fato de sermos templo do Espírito Santo.
Em relação a honestidade, um exemplo que podemos mencionar é a omissão ou a alteração indevida de dados tributários, considerando
que o próprio Senhor Jesus fez alusão as nossas obrigações enquanto cidadãos. No
instante em que o questionaram se era justo pagar tributo a César, o imperador
romano, o Mestre foi incisivo ao afirmar: “Dai a César o que é de César”, portando,
resta-nos cultivarmos tal virtude em nossas relações interpessoais e no cumprimento de nossas obrigações, tendo em vista se tratar de um ideal cristão.
De igual modo, a sinceridade é
fundamental para o nosso bem estar espiritual, haja vista os benefícios decorrentes,
úteis não apenas para nós mesmos, mas também, aos nossos semelhantes, entretanto, para sermos sinceros,
carecemos agir com sobriedade, lembrando, por exemplo, do texto das sagradas escrituras, que diz: “A palavra dura suscita
a ira, mas a palavra branda desvia o furor”. Assim, se não somos verdadeiros, logo,
deixamo-nos corromper por aquele que é o pai da mentira, e automaticamente nos
afastamos do Pai.
Dessa forma, até alcançarmos o
estado de “varões perfeitos”, ou seja, o ideal de Deus, devemos percorrer uma
longa estrada que, apesar de espinhosa, difícil de trilhar, nos conduzirá ao lar
de paz, o qual é inimaginável a mente humana, inabalável, perene e glorioso, que está sendo preparado para gozarmos a eternidade ao lado do nosso Senhor, contudo, é preciso saber que nada disso merecemos. A graça do Pai nos basta! A Ele, devemos entregar a nossa vida, pois, as melhores coisas o mesmo já tem reservado para nós. Deus concede o que precisamos e não o que queremos!
Ilustração:
Casa no céu
Um
homem muito rico morreu e foi recebido no céu. O anjo guardião levou-o por
várias alamedas e foi lhe mostrando as moradias que ali existiam.
Passaram
por uma linda casa com belos jardins.
O
homem, admirado, perguntou:
-
Que linda casa, quem mora aí?
O
anjo respondeu:
-
É o Raimundo, aquele seu motorista que morreu no ano passado.
O
homem ficou pensando:
"Puxa!
Se o Raimundo tem uma casa dessas, aqui deve ser muito bom!"
Logo
a seguir, surgiu uma outra casa muito mais bonita e ele perguntou mais admirado
ainda:
-
E aqui, quem mora?
O
anjo respondeu:
-
Aqui é a casa da Rosalina, aquela que foi sua cozinheira. O homem ficou
imaginando que, tendo seus empregados magníficas residências, sua morada
deveria ser, no mínimo, um palácio, e estava ansioso por vê-la.
Nisso,
o anjo parou diante de um barraco construído com tábuas e disse:
-
Esta é a sua casa.
O
homem ficou indignado!
-
Como é possível? Vocês sabem construir coisa muito melhor!!!
-
Sabemos, respondeu o anjo, mas nós construímos apenas a casa. O material é
selecionado e enviado por vocês mesmos. Você só enviou isso!
Moral da História:
Cada
gesto de amor e partilha com o próximo é um tijolo com o qual construímos a
nossa casa na eternidade.
Tudo
se decide por aqui mesmo, nas escolhas e atitudes que você faz todo dia.
Por
isso, é importante nós repensarmos a respeito de nossos valores, atitudes e
ações, para que, mais tarde, não soframos por todas as consequências de nossos
erros.
Contribua
com o melhor material para erguer sua casa.
Depende
só de você!
(Autor
desconhecido)
